Winnicott - A Teoria do Amadurecimento - Parte X - O ambiente facilitador: a mãe suficientemente boa e o pai.

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Caracterização adicional do ambiente facilitador: a mãe suficientemente boa e o pai do bebê.

  • O ambiente facilitador e a mãe suficientemente boa.
  • A importância da identificação da mãe com o bebê.
  • O perigo da mãe "perfeita".
  • O bebê precisa de uma mãe real, confiável e falível.
  • De início, a adaptação da mãe tem que ser absoluta. 
  • A adaptação é a necessidade e não aos desejos.
  •  De início o bebê tem necessidades e não desejos.
  • A importância do apoio ao Ego.
  • A necessidade primária é a continuidade do ser.
  • De início a devoção da mãe deve ser absoluta. 
  • A “preocupação materna primária” como condição psicológica especial e que se inicia nos meses de gravidez.
  • A mãe suficientemente boa é devotada ao bebê.
  • Não se trata de um sentimentalismo. Pois esse exclui o ódio e a agressividade que fazem parte do ato de cuidar de um filho.
  • O amor da mãe suficientemente boa não é indulgente.
  • Também não depende da inteligência da mãe. Não está, também, no conhecimento adquirido em livros e palestras.
  • A dificuldade de algumas mulheres em atingir a preocupação materna primária. 
  • A mãe mecânica.
  • A desadaptação absoluta.
  • Ser suficientemente boa não é perfeita. A criança não tira o menor proveito da perfeição mecânica.
  • A aceitação do ódio da própria mãe.
  • As canções de ninar como manifestação sublimada do ódio.
  • O papel do pai na relação mãe bebê.
  • Os pais devem oferecer apoio moral e segurança, que de início só chega ao bebê indiretamente. 
  • Do ponto de vista do bebê o contato direto com o pai vem depois.
  • É o pai, também que ajuda a saída da mãe da devoção absoluta.


Psicólogos, pais, educadores, etc.

Guilherme Magnoler Guedes de Azevedo
"Contato para Supervisão: 14-9.9772.3707"

   

Guilherme Magnoler Guedes de Azevedo CRP 06/70116 Psicólogo. Psicanalista Membro Filiado ao Instituto Durval Marcondes da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo SBPSP. Representante da Regional de Bauru da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo SBPSP. Representante dos Membros Filiados do Interior junto à Associação dos Membros Filiados da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo SBPSP. (2021). Mestre em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem pela UNESP Bauru. Fundador, Diretor e docente do Instituto Brasileiro de Psicanálise, antigo Instituto de Estudos Psicanalíticos de Bauru. Fundador da Livraria do Psicanalista. Fundador, Diretor e Docente do Canal do Psicanalista. Autor do Livro “Vínculo mãe-bebê e conflitos edípicos em crianças com Psoríase – um estudo de Psicossomática Psicanalítica, publicado pela Editora Zagodoni. Coordenador do Curso de Formação em Psicoterapia Psicanalítica do Instituto Brasileiro de Psicanálise.


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Conteúdo Programático

  • 1. A mãe suficientemente boa e o pai do bebê
  • a mãe suficientemente boa e o pai
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