Fique tranquilo, você poderá participar desse curso em até 1 ano após a matrícula.
Sobre o Curso
Aula em vídeo de 35 minutos. Acompanha roteiro de aula para ser baixado em formado Word.
Assista em seu computador, Tablet ou Smartphone, onde e quando quiser.
Paciente quer se matar
O paciente quer se matar
O que fazer quando um paciente diz que quer se matar?
Quais as duas atitudes que um analista deve evitar quando estiver diante de uma situação dessas e qual o caminho que deve tomar.
Ter vontade de morrer deve ser entendido como a mesma coisa do que querer se matar?
Que tipo de fala do analista levará o paciente a se sentir compreendido, abrindo caminho para uma correta abordagem da situação? E quais tipos de fala devem ser evitadas?
O que é, do pondo de vista psicológico o suicídio?
O que leva o paciente a querer morrer e como entender o que se passa com ele?
Qual a relação entre a vida e a dor psíquica na mente do suicida?
O professor apresentará alguns exemplos das falas corretas e das falas equivocadas do analista nessa situação.
Investigar o real risco de morte. E, caso haja, como proceder? O que fazer se o risco de morte for real?
Devemos falar com a família? Caso sim, com ou sem o paciente saber?
E se o paciente não quiser que conversemos com a família, como devemos proceder?
Devemos encaminhar ao psiquiatra? Quando?
Devemos aumentar o número de sessões semanais?
E se o paciente estiver em surto e a família te ligar dizendo que o mesmo quer se matar, o que fazer nessa situação?
Público alvo
Psicólogos
Conteúdo
1Paciente quer se matar
Paciente quer se matar
35:00
Professores(as)
Guilherme Magnoler Guedes de Azevedo
Psicólogo
Psicólogo CRP 06/70116 . Membro Filiado ao Instituto Durval Marcondes da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP)
Acesso por 1 ano
Estude quando e onde quiser
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Avaliações
Opinião dos alunos que se matricularam
4.9
80 avaliações
Muito bom. Gostaria de trazer algo sobre a dor do existir em que o problema sobrepõe a vida, transferindo-a para um lugar de negócio, um escambo, em que se torna mais fácil perdê-la, uma vez que esta se encontra em posição de menor valor na fantasia do sujeito, ou, nada; e salvar o problema, que se torna em termos proporcionais, sendo algo que supera a própria existência . Como em Lacan, ao falar da vida e da bolsa, tendo um perde-se o outro. O que gostaria de colocar, seria a forma pela qual muitos palestram sobre o tema, enfatizando o suicídio como saída de problemas, o que poderia ser capturado por alguns como incentivo. Percebi, que conforme foi abordado a ênfase está no acolhimento e na empatia no primeiro momento, validando os sentimentos e dor do outro para assim possibilitar saídas engendradas no próprio sujeito. Fato é, que o olhar externo vê a vida sendo tirada, enquanto a pessoa em si, só consegue enxerga o problema. Diante de tudo isso, percebe-se que o foco deve ser tirado da morte como saída, como muito se ouve, e sim, trazer para conversa com a própria pessoa ou na prevenção ao falar sobre o tema, as portas para um novo olhar sobre a vida.
Irei utilizar para montar palestra sobre o tema no mês de Setembro em que se trás à tona a valorização da vida, uma forma de prevenção.
Um abraço e até a próxima.
Sidney Silva Gregório
Excelentes dicas! Perfeito!
Estou muito satisfeito com as dicas pois é uma situação com a qual, com certeza, vamos nos deparar na clínica. Durante o estágio na Faculdade, encontramos muitos pacientes com queixas suicidas.
Excelente explanação.
Muito obrigado!
Antonio Marcos Vanzeli
aula top
Ricardo Garcia de Almeida
Ãtima aula, de grande valia.
Carlos A. de Souza
achei muito boa a abordagem do tema. E me gerou uma dúvida,.. seria adequado dizer que o paciente comunica suas intenções ao psicanalista justamente porque existe uma parte dele que quer viver? e ele acredita de alguma forma que o psicanalista pode ajudar? eu poderia usar isso na minha fala com esse paciente?
Fernanda Hisaba
interessantes as dicas e a forma de abordar com o analisando o tema. Há um livro interessante que também trata deste tema: Crise Suicida, Neury José Botega. Seria bom trazer algumas indicações de leitura.
Mônica Cristina Lavareda Chaperman
Muito bom e me ajudou muito em um caso que estou atendendo.
Loreane Coltri
interessante ,mas faltou orientações familiares de como proceder neste caso
samuel cavalcanti de almeida
Muito boa contribuição! Parabéns!!
Daiane Natália Polatto
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