Minha paciente quer que eu atenda seu irmão! O que fazer?
25 minutos
Término de Análise - uma contribuição
12 minutos
Paciente quer se matar
35 minutos
Criança não quer entrar na sala sozinha.
15 minutos
Paciente não pagou! Devo cobrar?
25 minutos
É possível evitar um calote na Clínica?
24 minutos
Não sei o que interpretar! O que fazer?
16 minutos
Quem ligou foi a esposa! Devo agendar a consulta?
20 minutos
Contrato Terapêutico ou Acordo Terapêutico?
37 minutos
Devo supervisionar meu paciente?
33 minutos
Paciente me fez um convite. Devo aceitar?
19 minutos
O Uso do Divã
37 minutos
Devo ligar ao Paciente?
4 minutos
A mãe não traz a criança
8 minutos
Esqueci o paciente na sala de espera
1 hora
Paciente diz que não melhora
35 minutos
Ajustando expectativas
30 minutos
Janeiro: tormento dos psicólogos
8 minutos
Devo atender a cada 15 dias?
36 minutos
Um tipo específico de paciente
23 minutos
O buraco da fechadura
12 minutos
Deixe o paciente atender ao telefone
18 minutos
Devemos falar sobre o Término?
15 minutos
Vai dar ruim
17 minutos
Vou fazer uma cirurgia
20 minutos
O que quer o paciente?
21 minutos
Sobre a Neutralidade
24 minutos
Sobre o reajuste de valor das sessões
32 minutos
Estou pronto para começar a atender?
37 minutos
Primeiro livro de Freud que sugiro que você leia
10 minutos
Primeira entrevista: o que o paciente busca
14 minutos
Paciente solicita muitas mudanças de horário. Como lidar?
5 minutos
Terapia Eterna
20 minutos
Estou pronto para dar supervisão?
4 minutos
Professores(as)
Guilherme Magnoler Guedes de Azevedo
Psicólogo
Psicólogo CRP 06/70116 . Membro Filiado ao Instituto Durval Marcondes da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP)
Avaliações
Opinião dos alunos que se matricularam
5.0
565 avaliações
Muito bom! Me senti aliviada com o esclarecimento.
Juliana Pinho do Rego
Otimo
Simone lameirão Manhães
Excelente orientação.
Grata!
Luci D Navarro
Marlene Ferreira Luz dos Reis
Ãtima aula. Pequena mas profunda. Penso que quando alguém diz que dois filhos de uma mesma mãe e de uma mesmo pai são diferentes é exatamente porque os filhos são cada um de cada mãe possível na dupla e também de cada pai possível na dupla.
Também gostei da sua fala sobre a sua tentativa de fazer como o seu analista. Penso que isso ocorre com a maioria de nós. Eu também fazia como o meu analista até o momento em que ao me aprofundar nas teorias do campo analítico deixe-me ser eu mesma em relação com o Outro. Gosto de suas aulas e de suas colocações. Estou na fila para ler o seu livro! Parabéns e um grande abraço.